29/09/26. Vem ai o II SIMPÓSIO DA SÍNDROME DA MURCHA E O I GRANDE ENCONTRO DE DOENÇAS DA CANA.
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A CANA BIS NÃO É O PROBLEMA. O MAIOR RISCO É TRATAR UMA CANA BIS COMO SE FOSSE UMA CANA COMUM.
Todos discutem qual área será bisada.
Poucos discutem o que precisa ser feito ANTES e DEPOIS dessa decisão.
É justamente nesse intervalo que podem nascer os maiores ganhos, ou as maiores perdas da próxima safra.
Uma cana que permanecerá mais tempo no campo ficará exposta por um período maior ao ataque combinado de broca, cigarrinha, fungos, florescimento, isoporização e outros fatores capazes de comprometer peso, ATR, pureza e qualidade industrial da matéria prima. Esses efeitos não atuam isoladamente. Eles se somam e reduzem silenciosamente o potencial econômico do canavial.
A pergunta correta, portanto, não é:
"Quais áreas vamos bisar?"
A pergunta estratégica é:
"Como vamos proteger a matéria prima que será entregue em 2027?"
É exatamente aí que entram os manejos inteligentes.
a. Critérios técnicos para escolha das áreas.
b. Replanejamento das reformas.
c. Cronograma específico de monitoramento.
d. Proteção fitossanitária preventiva.
e. Manejo nutricional direcionado.... dentre muitos outros .
Ações para reduzir efeito do florescimento e chochamento, perdas por doenças (SÍNDROME DA MURCHA), pragas (DE SOLO E PARTE AÉREA) e o impacto geral do complexo de estresses que hoje afeta a qualidade da cana entregue à indústria.
O investimento normalmente representa apenas uma pequena fração do valor econômico protegido quando comparado às perdas provocadas por uma deterioração da matéria prima.
Os protocolos apresentados pela CANAEX reúnem essas ações em um plano integrado para canaviais BIS, incluindo cronograma operacional, manejos sanitários e estimativa de investimento por hectare. Essa experiência foi real em safra recente, com SUCESSO e excelente resultados obtidos nos canaviais bisados.
Muitas lições foram aprendidas, inclusive com ações que poderiam ter sido ainda melhores.
Na agricultura de alta performance, produtividade não é consequência da sorte. Ela é consequência de decisões tomadas meses antes da colheita.
A CANAEX tem experiência com protocolos específicos para canaviais BIS, integrando produtividade, sanidade e qualidade da matéria prima, porque o maior patrimônio de uma usina não é apenas a cana que será colhida este ano, mas a qualidade da cana que chegará à indústria na próxima safra. Tudo com rigor PRÁTICO, embasado na CIÊNCIA. E com custos muito menores que os benefícios obtidos.