A CANAEX tem na expertise de MANEJOS 54 protocolos para implementação de lavouras de ALTA PRODUTIVIDADE, BAIXO CUSTO E LONGEVIDADE ACIMA DA MÉDIA.
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PROTOCOLOS:
1 - ÉPOCA DE LIBERAÇÃO DE ÁREA DE REFORMA;
2 - MANEJOS DE PRAGAS DE SOLO NO PREPARO DE SOLO;
3 - SISTEMATIZAÇÃO E PREPARO DO LAY OUT DE TALHÕES;
4 - PREPARO DE SOLO CANTEIRIZADO;
5 - CORRETIVOS, FOSFATOS E DEMAIS INSUMOS PRÉ-PLANTIO: doses, especificações, sistemas de aplicação;
6 - PLANEJAMENTO PARA CONTROLE DE EROSÃO: adubos verdes, rotação de cultura, meiosi, épocas de plantio;
7 - MANEJO VARIETAL & AMBIENTES DE PRODUÇÃO.....
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E MAIS 54 manejos de ALTO DESEMPENHO, que podem ser ADAPTADOS ÀS REALIDADES DAS EMPRESAS PARCEIRAS.
RESULTADO: 6 PRÊMIOS DE PRODUTIVIDADE E CUSTOS!!
Veja um exemplo de PROTOCOLO QUE NÃO PODE SER NEGLIGÊNCIADO:
ELIMINAÇÃO ADEQUADA DE SOQUEIRAS REMANESCENTES -TIGUERAS:
Tigueras na reforma do canavial.
O erro silencioso que mantém vivo o Sphenophorus.
A reforma do canavial deveria ser o momento mais estratégico do sistema produtivo. É quando o produtor tem, de fato, a chance de resetar problemas estruturais acumulados ao longo dos cortes. No entanto, o que se observa com frequência no campo é exatamente o oposto.
A imagem acima não é exceção. Ela é regra em muitas regiões canavieiras.
Plantas remanescentes, conhecidas como tigueras, permanecem vivas após a destruição mecânica da soqueira. Visualmente parecem inofensivas. Agronomicamente, são abrigos perfeitos para o Sphenophorus levis.
Por que a tiguera é a melhor aliada do Sphenophorus??
O Sphenophorus não desaparece com a colheita. Ele sobrevive no sistema, protegido no solo e nos restos vegetais vivos. A literatura técnica e os levantamentos de campo convergem em um ponto claro.
Onde há tiguera, há continuidade biológica da praga.
Essas plantas remanescentes mantêm:
Fonte contínua de alimento
Ambiente protegido para postura
Sobrevivência da fase larval
Ponte verde entre a soqueira velha e o novo canavial
Na prática, isso significa iniciar um novo ciclo produtivo já com população instalada, antes mesmo do fechamento das linhas.
O erro não está na máquina.
Está na gestão da operação.
É comum atribuir o problema ao implemento. Isso é um erro conceitual.
Na maioria dos casos, o problema real está em três pontos críticos:
Profundidade inadequada de atuação do destruidor;
Velocidade excessiva da operação;
Ausência de acompanhamento técnico em tempo real.
A reforma não pode ser tratada como operação de rotina. Ela é operação cirúrgica.
Sem esmero, sem acompanhamento e sem gestão, o sistema cria exatamente o ambiente que o Sphenophorus precisa para prosperar.
Reforma mal feita custa caro.
E o prejuízo não aparece no primeiro corte.
Os danos do Sphenophorus são silenciosos e cumulativos. Eles aparecem como:
Falhas de brotação;
Perfilhamento irregular;
Redução do sistema radicular;
Queda de TCH e longevidade do canavial.
Diversos levantamentos de campo indicam perdas que variam de 10 a 30 toneladas por hectare ao longo do ciclo. Em áreas severas, o impacto é ainda maior.
E tudo começa aqui. Na reforma.
Pré plantio não é etapa secundária.
É o alicerce da produtividade.
Eliminar tigueras não é detalhe operacional. É estratégia de controle populacional.
Uma reforma bem conduzida exige:
Destruição total das plantas remanescentes;
Conferência visual sistemática após cada passada;
Reoperações pontuais quando necessário;
Integração entre operação mecânica, manejo químico e biológico.
Controle de Sphenophorus não se faz apenas com produto. Ele começa no aço e ferro das máquinas, passa pela gestão e termina na decisão técnica correta.
Quem ignora a reforma.
Convive com a praga por anos.
O Sphenophorus não é um problema do canavial velho. Ele é consequência direta de erros na fundação da lavoura.
Enquanto o setor discutir apenas soluções paliativas durante a soqueira, continuará convivendo com produtividades estagnadas e custos crescentes.
Alta produtividade começa antes do plantio.
E começa eliminando o que não pode ficar vivo.